Anotações que fiz na disciplina Figuras do Excesso, ministrada pela excelente Denise Santana!

Para refletir:

Quanto mais aparato na constituição da identidade, mais frágil ela é e isso foi produzido historicamente.

Na Idade Média – a identidade estava na sociedade

Subjetividade mais gorda e mais frágil.

Texto Graciliano Ramos – Cinturão – apreensão do filho – bater em criança faz parte do processo pedagógico – hoje isso mudou radicalmente a ponto de inverter os papéis na repreensão necessária ao processo pedagógico

– História do Estupro – limite do excesso e do inumano, principalmente quando o estupro é associado à pedofilia.

Cada época elege um criminoso-limite, atualmente, esse criminoso é o pedófilo. Transformação do pedófilo em monstro: dificílimo analisar, entender isso hoje.

Traçar a história de um crime máximo é difícil e árido.

– Disneylândia – exemplo de irrealidade / texto de Umberto Eco – noção de irrealidade – esse autor é grande referência para estudar comunicação de massa.

– A série Mad Man (muito premiada nos EUA, a segunda é a melhor) – é fantástica para entender a sociedade americana e o Brasil nos anos 60 e de hoje. Nela, bebe-se e fuma-se o tempo todo, num desregramento absurdo.

Idéia de consumo – ler o Culto à Performance: para fazer um nome de marca

– José Gil – “Monstros” – filmes  “A Coisa” – monstro contemporâneo

anos 60:  e “A Coisa” – monstro humanizado

anos 90: “A Coisa 2” – é um monstro que nem forma tem

Há um monstro e há a Quimera

Há um ser em transformação permanente

O Diabo não é considerado monstro, nem os Vampiros. Eles Não possuem o estatuto de um monstro, eles têm uma linhagem

A monstruosidade hoje está no humano. A doença degenerativa talvez seja a mais assustadora monstruosidade hoje.

Imagens do Belo e do Feio – Monstros Domésticos e Alzheimer.

– Humor e Horror

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